"Believe in me who believes in you."
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Canção de COMA
COMA [Cualquer Obsessivo Malabarista Alcoólatra]
Triste malabarista. Corpo ágil, flexível, forte. Mente fraca, débil e manipulada. Habilidoso malabarista. Usa objetos com as mãos mas não sabe controlar o próprio coração, que não apenas bate em seu peito permitindo que ele viva e sim o deixa vivo pois a obsessão o manipula. Sentado no chão com uma garrafa de Whisky na mão a cantar:
Não sou uma assassinu.Sou um malabarista ahá
Eu queria seu amô hoooouuu,
mas consegui um tapete
que em lágrimas me faz tropeçaaa harrr
Maldita vaca que não me amouu houu,
agora fica na sala de estarr harr.
Pro hospital eu vou hu
(Baby herrr)
Em coma irei descansar.
…
De seu amorrr hôu."
Um sorriso idiota na cara e o fluxo de vida a umedecer os pés. Um olhar zangado a observar o fluxo quebrado. Um carinho final nos cabelos de seu objeto tão desejado. Um menino que quebrou seu brinquedo favorito mas fora homem o suficiente para afogar a realidade em goles alcoólicos.
Triste malabarista. Corpo ágil, flexível, forte. Mente fraca, débil e manipulada. Habilidoso malabarista. Usa objetos com as mãos mas não sabe controlar o próprio coração, que não apenas bate em seu peito permitindo que ele viva e sim o deixa vivo pois a obsessão o manipula. Sentado no chão com uma garrafa de Whisky na mão a cantar:
"Eu comprei uma correntinha de ouruuuuu,
para vc nao gosta arrrr?
Eu nunca quis o seu couruuu hu huu,mas ele ficou muito bem na sala de esta harrr.
Não sou uma assassinu.Sou um malabarista ahá
Eu queria seu amô hoooouuu,
mas consegui um tapete
que em lágrimas me faz tropeçaaa harrr
Maldita vaca que não me amouu houu,
agora fica na sala de estarr harr.
Pro hospital eu vou hu
(Baby herrr)
Em coma irei descansar.
…
De seu amorrr hôu."
Um sorriso idiota na cara e o fluxo de vida a umedecer os pés. Um olhar zangado a observar o fluxo quebrado. Um carinho final nos cabelos de seu objeto tão desejado. Um menino que quebrou seu brinquedo favorito mas fora homem o suficiente para afogar a realidade em goles alcoólicos.
O que será de você malabarista quando o Whisky acabar?
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Aurora Inversa
Todo dia quando volto para casa vejo no horizonte milhares de luzes na escuridão da noite formando criando a aurora inversa no belo horizonte mergulhado na noite. A grandiosidade desse mundo me atinge mesmo durante a noite. Triste fico e articulo em silêncio palavras que não tenho coragem de manter em minha mente direcionando-as ao vento para que elas sejam levadas a seu destino. Se chegou alguma vez não sei. Só sei que as libertei com o maior prazer enquanto observava a aurora inversa.
sábado, 3 de setembro de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Deadly Moonlight

I see the sky and i think: the moon made me crazy for you. (I drink your blood.)
I devour his flesh and soul now, because I love you. (I'm weak...)
We will live forever in Hell, then thank me.
I dont feel your carnal pain, but I feel your hate for me.
Please forgive me. This is stronger than me.
Do you understand?
(I get unanswered.)
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Chove lá fora...
Não continue a me provocar nesta manhã
que vou aí fora te encarar com o maior prazer.

que vou aí fora te encarar com o maior prazer.

segunda-feira, 6 de junho de 2011
Snowflakes

I never haven’t seen so much snow falling in my garden.
I never haven’t seen so much grey flakes falling so.
I look like a happy child, living this scene, because I grow up wanting to see it.
And today, I realized my big dream when I saw them fall.
My fingers are groping the air to discover the ice flakes...
THIS ISN’T EXISTE! My tooth are strange in my mouth.
It's as hot as summer. Cursed heat.
The deception corrupted my blood and poisons my heart.
I did everything this day for snowed.
Why it isn’t as cold as I wanted?
My scarf bitter my neck with this unbearable heat, and with angry I throw it to the ground. Goodbye old house, I dont want it’s anymore. Where is the feeling that icy snowflakes bring me? I feel the hate of my sarcastic lies walking. I look back and I see my house burning. Snowflakes come out of it. Bitter-gray flakes thrown to the wind in a subtle revenge against myself.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Salvação, mas não para ele.

Mais uma noite com pesadelos.
Maero o visitou a noite toda e o fez sentir coisas que desejava esquecer (mero ato repulsivo, covarde e egoísta). A cada vez que acordava, se é que dormira realmente em algum momento, se desanimava enormemente de voltar a tentar dormir, pois já sabia o que iria acontecer (maldito ciclo de vão escapismo). E acontecia o óbvio e previsível: velhos tormentos, visões de novos futuros erros.
Após uma noite inteira assim, acorda com a luz rejeitando o sono. Sem mais poder dormir vai ao banheiro, lava o rosto. Buscar Narciso... ele está de férias. Sua cabeça pesa mais que o esforço de se manter são. Sua visão vai ao chão, que é o único lugar que o aguarda com toda a ávida certeza. Contempla por um momento uma abelha no chão de cerâmica negra, do outro lado do banheiro.
Incapacitada de voar devido a irritante água que a umedeceu.
A pegou cuidadosamente, um simples/complexo ato de desespero para salvar a si mesmo na tentativa de purificar a alma salvando algo do fim iminente. Voltou para o quarto e a colocou na beirada da janela onde o sol da manhã aquecia o corpo de homem e abelha. Um homem de alma fria e uma abelha com desejo ardente pela vida. A colocou naquela beirada da janela para que ambos pudessem se aquecer e esquecer os problemas e angustias, momentaneamente.
O medo devorava a tudo: a ambos os seres; o medo era devorado pelo calor do sol matutino; a angustia se autodevorava. Todos estavam jogados no ciclo de autodestruição onde esperança era apenas o calor do sol daquela manhã que daria espaço para uma tarde, não muito quente, e uma noite de possível companhia de Maero novamente.
O tempo passou, a abelha voou, o homem ficou.
Pobre alma. Destruída pelo próprio medo de fazer o certo ou o errado e sempre se defrontar consigo mesma diante um espelho de verdade. A abelha foi embora viva, mas levou consigo aquele que pensava ser um homem, deixou um garoto para que crescesse novamente.
Ah! Queria eu ser o Icarus a dizer que não cairá jamais.
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